Olá, pessoas!
Hoje o papo é livro!
As Crônicas de Artur - Volume 3: Excalibur (versão lida):
Título Original: Excalibur
Série: As Crônicas de Artur
Autor: Bernard Cornwell
Edição: 20
ISBN: 9788501061157
Editora: Record
Ano: 2013
Publicação Original: 1997
Páginas: 532
Tradutor: Alves Calado
Sinopse: A saga do maior guerreiro de todos os tempos vista à luz das mais recentes descobertas arqueológicas chega ao seu final neste terceiro volume da trilogia ´As Crônicas de Artur´. Uma conclusão surpreendente das aventuras de um homem que todos pensavam ter sido Rei, mas que jamais usou uma coroa.
"O destino é inexorável."
Esse texto apresenta spoilers do primeiro e segundo volume!
Agora, Merlin de posse dos Treze Tesouros da Britânia, inicia o mais ousado de seus feitiços: Trazer os antigos deuses de volta e expulsar os cristãos, que ganharam muito poder na Britânia.
Ao mesmo tempo, os saxões se juntam para invadir e conquistar a Britânia.
Agora, querendo ou não, quem manda é Artur.
O livro é dividido em 4 partes:
Parte 1 - As Fogueiras do Mai Dun:
É nessa parte que Merlin, ao lado de Nimue, cria um verdadeiro espetáculo para trazer os deuses novamente.
Parte 2 - Mynydd Baddon:
Nessa parte, os guerreiros de Derfel lutam heroicamente em uma batalha registrada pela história.
Parte 3 - A Maldição de Nimue:
Um tempo se passa depois dos acontecimentos da primeira e segunda parte. Aqui, o apelo é voltado a Derfel e Ceinwyn, onde há uma crise assustadora.
Parte 4 - O Último Feitiço:
Última parte contando a batalha mais épica já narrada em um livro.
E é em Excalibur, meus caros, que se encerra a jornada do rei que não foi rei. Aqui acaba as aventuras de Derfel, Galahad, Culhwch, Cuneglas, Sagramor, Lancelot, Merlin, Mordred, Artur e tantos outros personagens que me acostumei a amar e a odiar.
O livro narra magistralmente o percurso da Britânia que era pagã, tornando-se cada vez mais cristã. Aliado a isso, vemos várias batalhas sendo travadas. Há tantas reviravoltas nesse livro que fica difícil falar sem spoiler. O primeiro inimigo a aparecer no livro são os saxões. Aelle e Cerdic voltam com força total nesse livro. Mas não serão só eles a lutar com Artur não. Acontece uma verdadeira bola de neve, deixando a Britânia de pernas para o ar.
Ao longo dos livros, aprendi a gostar de Merlin e até mesmo de Nimue. O que acontece com ambos nesse livro é para abalar o mais sério dos leitores, mas como dizia Merlin, o destino é inexorável.
Bernard Cornwell nos agracia com uma bela escrita e uma bela história, do começo da saga, lá no primeiro volume, o Rei do Inverno, até a última palavra do último livro.
Agora, a espada de Artur passou a ser chamada integralmente de Excalibur, não mais sendo chamada pelo indizível nome original. Achei melhor assim, mas quebrou um pouco a ideologia criada por Cornwell, em mostrar uma nova visão de Artur. O livro é tão incrível que dificilmente você irá notar isso.
Resumindo, o livro é mais que excelente, tem um belo e triste final e agora eu não sei mais o que fazer dessa minha vida. Depressão pós-saga bateu aqui.
OS DRAGÕES DE FOGO RECOMENDA EXCALIBUR!
Vamos a nota, de 0 a 5:
Personagens: Excelentes. Gosto de todos, até dos inimigos! Um ponto!
História: Uma excelente continuação. Um ponto!
Escrita: Muito boa, Cornwell mantém o nível. Um ponto!
Início: Diferente dos primeiros livros, esse me prendeu logo no começo! Um ponto!
Desfecho: Muito bonito e triste, com uma alusão ao final das histórias arturianas narradas por aí! Um ponto!
Portanto, 5 Canecas de Hidromel para Excalibur!!!
Confira a saga:
Livro 1: O Rei do Inverno
Livro 2: O Inimigo de Deus
Livro 3: Excalibur
Para mais livros, clique aqui.
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Hoje o papo é livro!
As Crônicas de Artur - Volume 3: Excalibur (versão lida):
Título Original: ExcaliburSérie: As Crônicas de Artur
Autor: Bernard Cornwell
Edição: 20
ISBN: 9788501061157
Editora: Record
Ano: 2013
Publicação Original: 1997
Páginas: 532
Tradutor: Alves Calado
Sinopse: A saga do maior guerreiro de todos os tempos vista à luz das mais recentes descobertas arqueológicas chega ao seu final neste terceiro volume da trilogia ´As Crônicas de Artur´. Uma conclusão surpreendente das aventuras de um homem que todos pensavam ter sido Rei, mas que jamais usou uma coroa.
"O destino é inexorável."
Esse texto apresenta spoilers do primeiro e segundo volume!
Agora, Merlin de posse dos Treze Tesouros da Britânia, inicia o mais ousado de seus feitiços: Trazer os antigos deuses de volta e expulsar os cristãos, que ganharam muito poder na Britânia.
Ao mesmo tempo, os saxões se juntam para invadir e conquistar a Britânia.
Agora, querendo ou não, quem manda é Artur.
O livro é dividido em 4 partes:
Parte 1 - As Fogueiras do Mai Dun:
É nessa parte que Merlin, ao lado de Nimue, cria um verdadeiro espetáculo para trazer os deuses novamente.
Parte 2 - Mynydd Baddon:
Nessa parte, os guerreiros de Derfel lutam heroicamente em uma batalha registrada pela história.
Parte 3 - A Maldição de Nimue:
Um tempo se passa depois dos acontecimentos da primeira e segunda parte. Aqui, o apelo é voltado a Derfel e Ceinwyn, onde há uma crise assustadora.
Parte 4 - O Último Feitiço:
Última parte contando a batalha mais épica já narrada em um livro.
E é em Excalibur, meus caros, que se encerra a jornada do rei que não foi rei. Aqui acaba as aventuras de Derfel, Galahad, Culhwch, Cuneglas, Sagramor, Lancelot, Merlin, Mordred, Artur e tantos outros personagens que me acostumei a amar e a odiar.
O livro narra magistralmente o percurso da Britânia que era pagã, tornando-se cada vez mais cristã. Aliado a isso, vemos várias batalhas sendo travadas. Há tantas reviravoltas nesse livro que fica difícil falar sem spoiler. O primeiro inimigo a aparecer no livro são os saxões. Aelle e Cerdic voltam com força total nesse livro. Mas não serão só eles a lutar com Artur não. Acontece uma verdadeira bola de neve, deixando a Britânia de pernas para o ar.
Ao longo dos livros, aprendi a gostar de Merlin e até mesmo de Nimue. O que acontece com ambos nesse livro é para abalar o mais sério dos leitores, mas como dizia Merlin, o destino é inexorável.
Bernard Cornwell nos agracia com uma bela escrita e uma bela história, do começo da saga, lá no primeiro volume, o Rei do Inverno, até a última palavra do último livro.
Agora, a espada de Artur passou a ser chamada integralmente de Excalibur, não mais sendo chamada pelo indizível nome original. Achei melhor assim, mas quebrou um pouco a ideologia criada por Cornwell, em mostrar uma nova visão de Artur. O livro é tão incrível que dificilmente você irá notar isso.
Resumindo, o livro é mais que excelente, tem um belo e triste final e agora eu não sei mais o que fazer dessa minha vida. Depressão pós-saga bateu aqui.
OS DRAGÕES DE FOGO RECOMENDA EXCALIBUR!
Vamos a nota, de 0 a 5:
Personagens: Excelentes. Gosto de todos, até dos inimigos! Um ponto!
História: Uma excelente continuação. Um ponto!
Escrita: Muito boa, Cornwell mantém o nível. Um ponto!
Início: Diferente dos primeiros livros, esse me prendeu logo no começo! Um ponto!
Desfecho: Muito bonito e triste, com uma alusão ao final das histórias arturianas narradas por aí! Um ponto!
Portanto, 5 Canecas de Hidromel para Excalibur!!!
Confira a saga:
Livro 1: O Rei do Inverno
Livro 2: O Inimigo de Deus
Livro 3: Excalibur
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