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quarta-feira, 16 de julho de 2014

Cuspindo Fogo #4: Condicionamento Musical

Olá, aventureiros!
Hoje temos Cuspindo Fogo, onde exponho minha opinião sem ninguém ter pedido!
Vamos bater um papo sobre música!

Já fiz um Cuspindo Fogo falando de música, mas agora gostaria de mudar o foco.

As pessoas que, assim como eu, gostam muito de ouvir músicas, acabam se deparando com músicas repetitivas por aí. E essas músicas acabam sendo tocadas várias e várias vezes, onde quer que você esteja, e você acaba ouvindo, querendo ou não. Por exemplo, se eu falar "PREPARA!" vai tocar uma música aí na sua cabeça, você gostando ou não.
Isso me incomoda bastante, mas eu tenho uma técnica para combater este mal!

ANTIGA TÉCNICA MILENAR DE COMBATE À LAVAGEM CEREBRAL POR MÚSICAS QUE TOCAM POR AÍ E VOCÊ ACABA DECORANDO A LETRA MESMO SEM QUERER!

Graças à internet, hoje temos acesso a tudo quanto é tipo de coisas. Entre elas, podemos citar as paródias no youtube. Sim, paródias.
Quando eu escutava a palavra "prepara", tocava Anitta na minha mente, mas graças à paródia no youtube, eu escuto:

"Prepara, que agora é hora do show dos metaleiros, que quebram a guitarra, balançam os cabelos. Só de camiseta preta eu sou seu pesadelo e tu fica de cara quando solo. Prepara!"

E tocam guitarras nervosas acompanhando essa letra.


Então, eu faço uma auto lavagem cerebral antes que alguém faça. Eu sei cantar éguinha pocotó até hoje pois não fazia uso dessa técnica. Hoje, não sei a letra de Lepo Lepo, por exemplo, nem a melodia, mas sei o nome e sei que existe, graças às redes sociais.

As vezes, acontece a repetição de uma música nas variadas mídias. Lembro que teve uma época que toda vez que eu ligava o rádio tocava "Vagalumes", da banda Pollo, sabe qual é? Sim, você sabe.
Sorte que há as paródias. Quando toca essa música, já canto o refrão junto:
"Vou catar mais de um milhão, de vagabundas por aí!"


A mensagem que eu estou tentando passar é a seguinte: Eu não me importo com o que você ouve, mas não me faça ouvir junto. 
Eu não gosto de várias músicas que acabo ouvindo quando vou em um bar, ou ligo a TV. O problema é que não é uma única vez que isso acontece. Já perdi as contas de quantas vezes liguei a TV e acabei ouvindo aquele raio de Camaro Amarelo. Ainda bem que a música modinha passa, mas é uma pena que outra entre em seu lugar.
Essas 'repetições de músicas repetitivas' acabam fazendo você conhecê-las, querendo ou não. Acontece que eu não quero muito ouvi-las. Não quero com força, então uso desse subterfúgio. Hoje, eu descubro a musiquinha da moda ANTES de ouvi-la, corro para a internet e já escuto uma paródia, afinal, a internet não perdoa. Assim, quando eu estou num lugar e passa aquele carro num som muito alto, tocando o novo sucesso do funk, minha mente não grava essa música, indo direto para a paródia, me fazendo dar altas risadas lembrando da letra comédia.
Para você, leitor, talvez não seja um problema, mas eu me irrito facilmente com isso, de uma forma não saudável, então acabo usando esse subterfúgio para levar a vida leve! =D

Então agora fique com Amor de Pokemon, paródia de Amor de Chocolate (recomendo que olhem os outros vídeos do canal, são muito bons):


É isso aí. O post de hoje ficou meio 'maomenos', mas acho que consegui falar o que eu queria. O próximo será melhor. Ou não.

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quarta-feira, 11 de junho de 2014

Cuspindo Fogo #3: Quebra-cabeça 3D

Olá, aventureiros!
Terceiro Cuspindo Fogo! Geralmente eu uso este tópico para expor minha opinião sobre algo, mas dessa vez vou mudar e falar sobre algo que eu fiz!
Recentemente comprei um quebra-cabeça 3D no mercado livre. Tava em leilão, paguei apenas 12 reais em algo que vale no mínimo 50 reais, então fique muito satisfeito com a compra. Na verdade, só comprei por causa disso. Pela foto, parecia um bom enfeite para o meu quarto!
E, então, o tal chegou! Nunca montei um do tipo. Pra falar a verdade, não monto um quebra-cabeça comum há anos. Apesar de difícil e trabalhoso, gostei bastante. Uma vez montei um carrinho pro meu irmão de forma parecida, mas era necessário o uso de cola, diferente deste, o que foi muito legal.

O modelo comprado foi o Turtle Ship (Navio Tartaruga) de 91 peças, da 3D Puzzle Clever & Happy™. Nível de dificuldade: 5 de 7.

Um pouco sobre os Navios Tartaruga:
Navio Tartaruga é conhecido como o primeiro navio de guerra coberto de ferro do mundo. 
Foi inventado pelo almirante Yi Sunsin da Dinastia Joseon em 1592 e com a invenção, 
o almirante Yi se tornou notável, por cortar o exército japonês que atacou a Dinastia Joseon. 
Por causa de sua construção científica e superioridade, as restaurações do navio são expostas em vários países, como a China, Canadá e França, incluindo o Museu Memorial de Guerra em Washington DC, EUA e Maritime Museum, na Inglaterra.
Texto retirado da embalagem. Tradução livre.

O material é bem resistente, parecido com o foam. Mesmo eu dobrando o que não devia, as peças continuaram firmes. O manual não contém explicações escritas, apenas figuras muito bem detalhadas, o que o torna universal. Foi bem fácil seguir o manual, porque algumas peças são muito parecidas com pequenos detalhes ou furos diferentes, e os desenhos no manual seguem essas diferenças a risca.

A montagem foi um pouco complicada, mas creio que minha inabilidade contribuiu para as frustrações. Algumas partes eu não consegui montar ou encaixar certinho, outras demoraram um tempão, mas a maioria foi fácil.

Algumas fotos da montagem e dele pronto:



Uma pequena comparação com um modelo real:


Bem parecido! O desenho dos canhões, a bandeira, a disposição dos remos, o "rabinho", a âncora embaixo da cabeça de dragão, a carranca atrás da âncora (talvez não dê para ver, mas tem esse desenho no quebra-cabeça), as velas, enfim, muita coisa!

Enfim, fugi um pouco dos temas do blog, pois fiz algo novo e queria compartilhar. Foi bem bacana de montar e agora tenho um belo enfeite!
Existem vários tipos no mercado, como a Torre Eiffel, a torre do Big Bang, diversos estádios, dinossauros, veículos, uma verdadeira infinidade. Vi um que era a réplica de um castelo medieval, quem sabe não será o próximo?

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quarta-feira, 14 de maio de 2014

Cuspindo Fogo #2: Música

Olá, aventureiros!
Hoje temos Cuspindo Fogo, onde exponho minha opinião sem ninguém ter pedido!
Vamos bater um papo sobre música!

Uma das coisas que eu mais faço no meu dia-a-dia é ouvir música. Sério, pra qualquer lugar que eu vou meu fone vem junto. Veja bem, eu gosto de música, mas não de qualquer música. Sempre escutei músicas internacionais por causa da melodia e as nacionais por causa do ritmo e da letra. Gosto de me identificar com a música. É por isso e por outras que eu não escuto o que faz sucesso no Brasil.
Além de ouvir, gosto de interpretar as letras das músicas nacionais. Gosto de entender o que o cantor quis dizer. As vezes, fico abismado com o descaso que as pessoas fazem com as músicas e seus intérpretes. Muitos por ai cantam Legião Urbana, mas não entendem de fato o que estão cantando. E é mais ou menos isso que eu gostaria de falar hoje.

Esses dias eu estava conversando com uma amiga sobre músicas e deu-se o seguinte:
"- Ah, agora estou ouvindo Camila, Camila, do Nenhum de Nós!
- Adoro essa música, tão linda
- Linda e triste
- Por que triste?"
Caso você nunca tenha ouvido a música, assim que VOLTAR DE MARTE, ESCUTE-A!!!
É uma música sobre uma garota que sofria abusos, e o grupo de amigos nada fazia por serem jovens e se sentirem impotentes. A letra é mais que óbvia, mas ainda necessita de explicação.


Tem uma música que eu adoro, que é a Veraneio Vascaína, do Legião Urbana/Aborto Elétrico. Sempre tive dificuldade de entender essa música, até que descobri que veraneio era um carro usado pelo polícia. Aí tudo fez sentido. Veraneio era o carro e vascaína era a cor.
"(...)
Se eles vêm com fogo em cima, é melhor sair da frente
Tanto faz, ninguém se importa se você é inocente
Com uma arma na mão eu boto fogo no país
E não vai ter problema, eu sei, estou do lado da lei

Cuidado, pessoal, lá vem vindo a veraneio
Toda pintada de preto, branco, cinza e vermelho
Com números do lado, dentro dois ou três tarados
Assassinos armados, uniformizados
(...)"
Uma música simples com uma imensa crítica a polícia.

Acredito que a era das músicas que diziam alguma coisa chegou ao fim. Agora as pessoas se contentam com "Tchu Tcha Tcha" e "Lepo Lepo". Talvez por essas músicas repetitivas e quase monossilábicas ser fácil de entender. Qualquer um pode ver claramente a alusão ao sexo, seja na letra ou nas danças. Agora, a poesia em dizer as coisas acabou, já que ninguém mais quer pensar.
Eu lembro uma vez, na época da faculdade, que estávamos cantando enquanto estudávamos (pois é) e eu perguntei se todos entendiam o último verso de "Há Tempos", "Lá em casa tem um poço, mas a água é muita limpa" e ninguém sabia. Daí eu respondi, falando sobre a vida de Renato Russo e sua família puritana, que queria um filho comum, com um diploma e um emprego num escritório, não um louco, homossexual e músico. "Lá em casa tem um poço, mas a água é muita limpa". Em uníssono, todos fizeram: "Huuummm!!!". Pela cara deles foi como um sol que surge iluminando um dia nublado.

Veja bem, não estou dizendo que não deva existir as músicas destinadas a diversão, para que você vá na balada, tome um whiskey com Red Bull e dance o Show das Poderosas, ou faça um quadradinho de oito. (Não estou dizendo, mas até acho isso aí)
Só não entendo porque tocar na rádio. Porque você, em sua casa, entra no youtube e fica ouvindo essas coisas. Porque há pessoas que veneram tanto isso.
Eu gosto de um banda alemã chamada Rammstein. Alemã. Eu não entendo bulhufas do que eles cantam, mas a sonoridade é agradabilíssima. Fico ouvindo as guitarras, o baixo, a bateria, a sonoridade do vocal e até os efeitinhos de teclado. Por isso que concordo na existência de músicas mesmo sem profundidade nas letras. Veja bem, gosto de ouvir a introdução, os solos, os riffs. A música. Dificilmente ouve-se algo bom e bem desenvolvido nessas coisas que tocam no último volume nos carros que passam pela avenida.

Apesar de só ouvir rock, não estou falando apenas sobre isso não. O samba está mais que morto. O rap é só mais do mesmo. A MPB passou por uma reforma, surgiu vários novos músicos, a Maria Gadú fez um super sucesso, mas ninguém fala sobre isso. O sertanejo também morreu. Surgiu o sertanejo universitário, com letras do pré-primário. Nunca fui fã de sertanejo, acho a voz do Zezé Di Camargo estridente e irritante, mas pelo menos o que ele falava fazia sentido. E não era apenas sobre sexo, como o universitário que faz tanto sucesso hoje.
Mas o rock, ah, o rock. Está em estado terminal o pobre coitado. Titãs, Paralamas do Sucesso, Legião Urbana, Capital Inicial, Camisa de Vênus, Raul Seixas, tantos músicos bons, que marcaram gerações e fazem um sucesso tremendo até hoje não deixaram filhos. O rock está fadado a morrer com eles. Espero que um dia ressurja. É triste dizer, mas o último grande "bum" de músicas que eram quase rock foi o tal do emo. Nem vou falar dos coloridos para não ofender ninguém.
A minha esperança, é que o público cresça e amadureça, para conseguir ver o desastre musical que virou o Brasil. Talvez o mundo, né Michel Teló? (Lembra dele? Suas músicas tocavam até na Alemanha. Suas músicas não, sua música. No singular.)

Achei que a nova safra que não é mais nova, como Detonautas, Pitty, CPM 22, Dead Fish e demais artistas fariam o mesmo sucesso dos anteriores, mas não é o que eu vejo. A Pitty tem letras belíssimas, mas você não as ouvirá na novela. Dificilmente alguma música dessas bandas terá a explosão que teve o Camaro Amarelo. Infelizmente.

Talvez eu tenha divagado um pouco, mas acho que consegui passar a mensagem. Menos Tcherêrêrê e mais Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração...

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quarta-feira, 16 de abril de 2014

Cuspindo Fogo #1: Remakes

Olá, aventureiros!
Está começando o Cuspindo Fogo, onde compartilho minha opinião sem ninguém ter pedido!

Tenho um grande problema com remakes. São raros os que são bons e dificilmente as obras originais são respeitadas.
Sinto quase um desespero quando vejo um filme que eu adoro ser refeito.
Antigamente eu tinha uma opinião muita clara sobre remakes. Eles deveriam respeitar uma dessas regras:
1ª Só deveriam fazer remakes de filmes ruins ou muito (muito mesmo) antigos. Muito dificilmente você pegará um filme da década de 60 para assistir, mas ainda é possível ver os de 1980 e 1990.
2ª Se for pra fazer um filme outra vez, mude a história. Se for pra fazer com a mesma história, não faça, pois já tem. A não ser que o filme seja realmente muito velho ou muito mal feito.

Karate Kid é um clássico e como tal não deveria ser refeito, mas refizeram. Só que mudaram a história, mudaram os personagens, mudaram até o estilo da luta, mas a essência continuou. O novo Karate Kid é um excelente filme e respeita o antigo, tanto que você consegue assistir um sem comparar com o outro.


Guerra dos Mundos é uma adaptação de um livro de H. G. Wells. O primeiro filme é de 1953, ou seja, é realmente muito velho! Os efeitos são medonhos, os discos voadores são pratos presos por barbantes em varetas. O filme é preto e branco.
Veja bem, os efeitos são medonhos hoje, pois em 1954 esse filme ganhou o Oscar de melhores efeitos especiais.
Nesse caso, não vejo problema algum em fazer o remake que infelizmente deixou muito a desejar.


Ainda não estreou mas não sei por que cargas d'água hollywood quis fazer sua versão do filme sul-coreano Oldboy, um dos melhores filmes que já vi na vida. Espero que seja bom, não duvido da capacidade de Spike Lee e Josh Brolin, mas pra que este remake? Pelo trailer fica claro que vão recontar a história mudando apenas detalhes e talvez o final, entretanto o filme original, que é de 2003, ainda é "assistível". Os efeitos são bons, as atuações são magníficas, a direção e o roteiro são ótimas, não é atoa que o filme ganhou o prêmio da escolha do júri do Festival de Cannes, onde o presidente do júri era ninguém menos que Quentin Tarantino. Pra que arriscar e fazer este remake? O trailer me deixou ansioso e espero um filme não no mesmo nível, mas melhor que o original, senão será um filme sem propósito.


Robocop é outro remake desnecessário. A história de Alex Murphy não precisava ser recontada. O Robocop virou uma super-máquina Hi-Tech perdendo toda a magia que tinha na versão original. Não estou dizendo que é um filme ruim não, José Padilha mandou muito bem, mas não é nada demais, ao contrário do original.


A Mosca de 1986 foi um remake de A Mosca da Cabeça Branca de 1958. É o mesmo filme mas contado de forma diferente. O remake é muito bom, tendo ganhado vários prêmios e indicações.

O Vingador do Futuro é um que, assim como Karate Kid, tentou pegar a essência de um filme e colocá-la em uma história parecida. Não estou tão certo sobre a qualidade do original, mas o remake foi um fiasco.
Filme como esses são chamados de reboot, e não remake, mas pra mim tudo se encaixa no mesmo perfil.

Os Infiltrados de 2008 esta no meu top 10 de melhores filmes e é um remake de um filme de Hong Kong de 2002. Não posso comparar o remake com o original pois não o assisti. Independente de ser um remake ou não, Os Infiltrados é um filmão baseado no chinês Conflitos Internos e uma aula de como um filme deve ser.

Django Livre é outro exemplo de como um remake deve ser. O original, de 1966, é um filme italiano em que Django é um vagabundo que arrasta um caixão que esconde uma metralhadora. Ele resgata uma jovem mulher, María, de ser assassinado por bandidos liderados pelo Major Jackson, um homem de quem Django está buscando vingar-se pelo assassinato de sua esposa.
O remake é um filme de tirar o chapéu. É uma nova história, com novas abordagens e tem como base um filme muito antigo.


Vanilla Sky é um filme muito bem produzido e com ótimas atuações. Acontece que simplesmente pegaram um bom e elogiado filme de 1997, Abre los Ojos, e refizeram. A própria Penélope Cruz interpreta o mesmo papel em ambos os filmes. É praticamente a mesma coisa, então Vanilla Sky não merece destaque, sendo apenas um filme desnecessário.

Nem vou comentar Conan, pois não gosto do original, mas pelo que pude notar os fãs não apreciaram o remake.

Outro sem comentários é Psicose. Alguém realmente teve a brilhante ideia: "Psicose é um bom filme, que fez grande sucesso e se tornou um clássico! Vou refazer! O pessoal vai adorar..." Ah, para com isso!

Enfim, acho que hoje minha opinião mudou só um pouco em relação ao que eu disse no início do post. Hoje só digo uma coisa sobre remakes: Não façam. Por Favor.
Se forem fazer, tomem muito cuidado. Peguem filmes sem muita expressão ou realmente antigos e o principal: Respeitem o original e seus fãs.
Não temos muito bons exemplos de remakes, então pra que arriscar? Produtores hollywoodianos, eu sei que vocês leem este blog, então, por favor, recompensem e invistam na originalidade de seus criadores e roteiristas. Pra que refazer um clássico quando você pode criar um?

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