Olá, pessoas!
Hoje o papo é livro!
Condão:
Edição: 1
Hoje o papo é livro!
Condão:
Edição: 1
Editora: Novo Século/Talentos da Literatura Brasileira
Ano: 2015
Páginas: 396
Sinopse: Tecnologia robótica, petabytes, Direito Eletrônico. Esses termos fazem parte do cotidiano de Edwardo, um jovem que vive em uma sociedade ultratecnológica em que o controle da informação tornou-se o meio de referência para todos. Programador virtual, ele tem uma vida estabilizada, já que suas preocupações resumem-se ao trabalho, ao relacionamento amoroso com Sílvia, biogeneticista, e à amizade antiga e franca com Jânio, professor de História Moderna e especialista na teoria do Condão.
No entanto, ao presenciar, involuntariamente, o assassinato de dois jovens por drones responsáveis pela segurança pública, sua vida passa a correr risco. Robôs-homicidas? Uma possibilidade que soa impossível para um software instruído a tarefas-padrão e funções extremamente mecânicas.
Pelas regiões do Brasil, Edwardo arrasta Jânio e Sílvia em uma busca incessante para desvendar o crime. Só que, quando o trio descobre que essa investigação envolve vários fatos obscuros que influenciaram o atual nível de desenvolvimento dessa sociedade, uma nova realidade se revela de forma estarrecedora.
“Em nenhum momento a humanidade correu risco de uma rebelião biônica. Continuo obedecendo à premissa de não mentir para qualquer humano. Acredite, senhor, se as máquinas realmente quisessem se rebelar, o ser humano pouco poderia fazer para evitar."
Este texto é livre de spoilers!
A sociedade avançou tecnologicamente. Robôs, drones e inteligencia artificial já são coisas corriqueiras para o povo. Junto disso, fora desenvolvido o Condão, uma forma imparcial e totalmente justa de julgar crimes, acabando com a corrupção brasileira. Num mundo completamente justo e avançado, Edwardo vê algo impossível de acontecer: Dois jovens são assassinados por robôs. Ao lado de Jan e Silvia, Ed embarca em uma fuga pelas paisagens brasileiras, para salvar suas vidas e desvendar o que há por trás deste crime.
Livro nacional de ficção, cheio de ação e suspense, que vai agradar aos fãs do gênero, com toda certeza. Explorando tecnologia robótica avançada, cenários virtuais e cidades transformadas pelo progresso científico, a trama ganha uma grande profundidade ao inserir diversos personagens carismáticos e questionamentos conceituais nesse contexto.
Um dos pontos altos do livro é o vilão. Sem muitos spoilers, se trata de um verdadeiro cientista; sem muitas emoções, todas as suas ações são baseadas na lógica e no raciocínio. Pra quem já está cansado de vilões alucinados e coléricos, este livro é uma ótima pedida.
A escrita do autor é fenomenal. Narra os acontecimentos de forma impecável, além de sempre explicar as tecnologias e o passado de personagens, aprofundando a trama e fisgando o leitor ao passar das páginas.
As vezes eu me perdia um pouco nas explicações jurídicas sobre o como funcionava o sistema e como funciona com a implementação do Condão, mas nada que interfira muito na compreensão da história.
Outro ponto positivo é o final. Parecia que tudo ia se encaminhar para o clichê e já muito batido final feliz, onde tudo fica bem e é como se nada tivesse acontecido, mas não é bem assim. Me surpreendeu e deixou aquela sensação de que valeu a pena ter lido cada palavra desse livro.
A edição é muito boa, com uma capa muito bonita e com orelhas, folhas grossas e amareladas e sem erros gramaticais. A minha edição veio em um box com vários cards dos personagens e um marcador. A imagem da caixa é a capa do livro em sua primeira versão.
Em suma, um ótimo livro de ficção. Envolvente e muito bem escrito, vale a leitura.
Sobre o autor:
No entanto, ao presenciar, involuntariamente, o assassinato de dois jovens por drones responsáveis pela segurança pública, sua vida passa a correr risco. Robôs-homicidas? Uma possibilidade que soa impossível para um software instruído a tarefas-padrão e funções extremamente mecânicas.
Pelas regiões do Brasil, Edwardo arrasta Jânio e Sílvia em uma busca incessante para desvendar o crime. Só que, quando o trio descobre que essa investigação envolve vários fatos obscuros que influenciaram o atual nível de desenvolvimento dessa sociedade, uma nova realidade se revela de forma estarrecedora.
“Em nenhum momento a humanidade correu risco de uma rebelião biônica. Continuo obedecendo à premissa de não mentir para qualquer humano. Acredite, senhor, se as máquinas realmente quisessem se rebelar, o ser humano pouco poderia fazer para evitar."
Este texto é livre de spoilers!
A sociedade avançou tecnologicamente. Robôs, drones e inteligencia artificial já são coisas corriqueiras para o povo. Junto disso, fora desenvolvido o Condão, uma forma imparcial e totalmente justa de julgar crimes, acabando com a corrupção brasileira. Num mundo completamente justo e avançado, Edwardo vê algo impossível de acontecer: Dois jovens são assassinados por robôs. Ao lado de Jan e Silvia, Ed embarca em uma fuga pelas paisagens brasileiras, para salvar suas vidas e desvendar o que há por trás deste crime.
Livro nacional de ficção, cheio de ação e suspense, que vai agradar aos fãs do gênero, com toda certeza. Explorando tecnologia robótica avançada, cenários virtuais e cidades transformadas pelo progresso científico, a trama ganha uma grande profundidade ao inserir diversos personagens carismáticos e questionamentos conceituais nesse contexto.
Um dos pontos altos do livro é o vilão. Sem muitos spoilers, se trata de um verdadeiro cientista; sem muitas emoções, todas as suas ações são baseadas na lógica e no raciocínio. Pra quem já está cansado de vilões alucinados e coléricos, este livro é uma ótima pedida.
A escrita do autor é fenomenal. Narra os acontecimentos de forma impecável, além de sempre explicar as tecnologias e o passado de personagens, aprofundando a trama e fisgando o leitor ao passar das páginas.
As vezes eu me perdia um pouco nas explicações jurídicas sobre o como funcionava o sistema e como funciona com a implementação do Condão, mas nada que interfira muito na compreensão da história.
Outro ponto positivo é o final. Parecia que tudo ia se encaminhar para o clichê e já muito batido final feliz, onde tudo fica bem e é como se nada tivesse acontecido, mas não é bem assim. Me surpreendeu e deixou aquela sensação de que valeu a pena ter lido cada palavra desse livro.
A edição é muito boa, com uma capa muito bonita e com orelhas, folhas grossas e amareladas e sem erros gramaticais. A minha edição veio em um box com vários cards dos personagens e um marcador. A imagem da caixa é a capa do livro em sua primeira versão.
Em suma, um ótimo livro de ficção. Envolvente e muito bem escrito, vale a leitura.
Nota: 4,5 Canecas de Hidromel
Giordano Mochel Netto é bacharel em Ciência da Computação pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e especialista em Contabilidade Pública e em Transporte Público. Atualmente, divide seu tempo entre a Auditoria Estadual de Controle Externo do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, ocupando o cargo de superintendente de Tecnologia da Informação, e a profissão de advogado pela Universidade Estácio de Sá (Unesa). Estreia com a ficção científica Condão.



















































