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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

[1, 2, 3... E agora?] Série: Lucifer

Olá, pessoas!
Está no ar mais um post "1, 2, 3... E agora?", no qual exponho o que achei de uma série estreante após ter assistido aos 3 primeiros episódios!
A série de hoje é:

Lúcifer:


Produtor: Jerry Bruckheimer Television, Vertigo (DC Entertainment), Warner Bros. Television,

Gênero: Drama, Fantasia, Policial
Duração: 42 minutos
País: EUA
Elenco: Tom Ellis, Lauren German, Lesley-Ann Brandt, Kevin Alejandro, Rachael Harris, D. B. Woodside, Scarlett Estevez
Sinopse: Entediado e infeliz como o Senhor do inferno, Lúcifer abdica de seu trono e abandona seu reinado para ir para a cintilante loucura de Los Angeles, onde ele vai ajudar a polícia local a punir os criminosos. Lá, ele dá início a outro empreendimento: ele abre um Piano-Bar chamado Lux.

Este texto é livre de spoilers!

Algo que deu muito certo e que está sendo explorado ao máximo é a adaptação de quadrinhos. O personagem Lucifer Morningstar é criação do mestre Neil Gaiman e ganha uma série própria produzida pela Warner e transmitida pela Fox. O personagem fazia parte da séries de HQs Sandman e ganhou sua própria revista pelo selo Vertigo, da DC.
Sempre gostei de séries no estilo. Fiquei órfão graças ao cancelamento repentino de Constantine e resolvi dar uma chance a Lúcifer. Na verdade não sei muito bem como é a HQ, então não vou ligar muito se não for uma boa adaptação.
Se liga no trailer:


Episódio 1 - Pilot:


Cansado da vida no Inferno, Lucifer se muda para a cidade de Los Angeles (Los ANGELES, SACOU??) e abre sua própria boate. Nesse episódio, ele se aproxima de uma diva pop e testemunha seu assassinato, o que o leva a ir atrás de vingança contra o responsável pela morte. Acaba se deparando com uma policial imune aos seus poderes e trabalhando junto no caso.

O episódio piloto foi divertido. Esperava um tom mais sombrio, porém seguiu uma linha mais policial com toques de humor. Mesmo assim gostei.
Serviu como apresentação dos personagens também. Chloe, a policial, é bem carismática.

Episódio 2 - Lucifer, Stay. Good Devil:


O filho de um grande astro do cinema é assassinado após ser perseguido por um paparazzi. Chloe investiga o caso com a ajuda de Lucifer. Enquanto isso, Maze e Amenadiel tentam encorajar Lucifer a voltar para o inferno.

Sinceramente, episódio meio fraco. Uma história sobre um caso sem relação com nada, serviu apenas para mostrar mais sobre Chloe e nem isso fez direito. Mostra um Lucifer mais sentimental, mais do que simplesmente curioso em relação a humanidade. É quase um anjo "não caído" novamente. Maze, um demônio que saiu do inferno junto com Lucifer, tenta mostrar que ele mudou muito. É até estranho ver o anjo Amenadiel e a demônio Maze concordando.
O episódio ainda contou com o tom mais sarcástico e de humor quase negro, pra alegrar o público. O príncipe das trevas se consulta com uma psicóloga por causa dessas crises existenciais, o que achei bem bacana. Agora é hora de aumentar a qualidade nos diálogos. 

Episódio 3 - The Would-Be Prince of Darkness:


Um promissor jogador de futebol americano encontra uma garota morta boiando em sua piscina. Ele pede a ajuda de Lucifer, que chama Chloe para lidar com a situação. A investigação leva a dupla para o mundo do dinheiro nos esportes e rumo a pessoas que, literalmente, matariam para se tornarem número um.

Episódio mais ou menos. Amenadiel nem chega a aparecer. Aparentemente a série vai focar nos casos a serem resolvidos pela dupla e na crise existencial de Lucifer. O episódio também indica que a temporada se dedicará a Chloe tentando explicar os fenômenos inexplicáveis que circundam Lucifer.


Sobre a série:

A trama não se baseia apenas na vida de Lúcifer em Los Angeles. Ela abre alguns mistérios, como o motivo da policial Chloe ser imune ao "charme" de Lúcifer (que consegue respostas influenciando as pessoas a dizerem mesmo não querendo), o que acontecerá com o inferno sem o Lúcifer para cuidar e se isso desencadeará uma nova guerra, já que um anjo é enviado à Terra para colocar o diabo de volta em seu posto. O que acontece é o mal aproveitamento dessas questões no início da série.

O tom sarcástico da série, geralmente tendo como origem o próprio Lucifer, é bacana, o que deixa a série mais "light". (Achei muito engraçado colocaram o diabo com sotaque britânico.)
Os roteiros dos episódios tem seus altos e baixos. Se a série se prender demais ao humor, não dará certo. Precisa de uma boa história, o que não vem apresentando, mas vem prometendo com esses 3 episódios. Precisa também melhorar os pensamentos e ideais abordados por Lucifer com sua psicologa. Tá muito "lugar-comum".

Os personagens são carismáticos, isso não tem como negar; principalmente o protagonista. A série também chama a atenção pelo mistério, abrindo várias perguntas. Eu, por exemplo, que nunca li as histórias em quadrinhos, quero muito saber as explicações sobre Chloe, quais serão os passos de Amenadiel a partir daqui, além de entender qual a função de Maze nisso tudo.

Os episódios tem uma musica tema, geralmente ótimas escolhas, mas a trilha sonora em si é muito genérica. Esperava algo mais impactante, tanto por abordarem algumas vezes que Lucifer tem um gosto refinado, tanto por ele ser dono de um Piano-bar (Até aparece ele tocando piano).

Acompanho muitas séries no momento, mas quase nenhuma nesse estilo. Gostei muito da premissa e dos personagens, mas creio que a série deixará um pouco a desejar. Como a temporada é de 13 episódios, darei uma oportunidade e a acompanharei!

OS DRAGÕES DE FOGO ACOMPANHARÁ LUCIFER!

Pretendo fazer uma postagem ao fim da temporada, para dizer o que achei da série como um todo!

Até mais, e obrigado pelos peixes!

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

[1, 2, 3... E agora?] Série: Constantine

Olá, pessoas!
Está no ar mais um post "1, 2, 3... E agora?", no qual exponho o que achei de uma série após ter assistido aos 3 primeiros episódios!
A série de hoje é:

Constantine:

Produtor: DC Entertainment, Warner Bros. TV, Ever After/Phantom Four Productions,
Gênero: Drama, Fantasia, Policial
Duração: 42 minutos
País: EUA
Criadores: David S. Goyer, Daniel Cerone 
Elenco: Matt Ryan, Harold Perrineau, Charles Halford
Sinopse: John Constantine (Matt Ryan) é um detetive com habilidades sobrenaturais. Perseguido por mistérios e segredos de seu próprio passado, a vida de John é mudada quando suas habilidades são descobertas pelas forças do céu, ou seja, pelo autoritário anjo Manny (Harold Perrineau). Ele irá ajudar o detetive a se tornar um grande e feroz defensor das forças do bem contra o mal. Baseada na série de quadrinhos da DC Comics "Hellblazer".




Este texto é livre de spoilers!

Quando descobri que Constantine, exorcista, demonologista e mestre das artes ocultas, protagonista da HQ Hellblazer, ia ser adaptado para a tv, o nerd em mim deu piruetas de felicidade. Dá uma olhada no trailer:


 Obviamente não ia deixar passar, e comecei a assistir logo na estreia.

Episodio 1 - Non Est Asylum:



Após um trabalho mal sucedido, onde uma criança de 9 anos de idade é condenada, John Constantine se interna em um asilo psiquiátrico. Não conseguindo ficar longe de episódios sobrenaturais, Constantine volta a ativa, encontrando uma garota que precisa de sua ajuda.
Episódio sensacional! Fiquei muito empolgado, tanto com a história, como com o charlatão e até clichê, John Constantine.

Episódio 2 - The Darkness Beneath:



John Constantine usa suas habilidades em um caso que envolve mortes e uma mineradora. Por acaso, Constantine conhece Zed, uma garota com clarividência que sonha com o detetive.
O episódio foi muito bom, manteve o nível do segundo, apesar de não acrescentar muito coisa.

Episódio 3 - The Devil's Vinyl:


Um velho amigo de John Constantine morre em circunstâncias estranhas, então Zed e Constantine partem para mais um caso. Eles descobrem um disco de vinil que, ao ser escutado, causa dor e pânico nas pessoas.
O episódio é muito legal e aborda uma lenda urbana, aquela onde um artista vende a alma para o demônio, que, mais cedo ou mais tarde, vem a terra cobrar. É introduzido um personagem famoso: Papa Meia-Noite

A série é muito boa, bate de frente com concorrentes do gênero, como Supernatural, Teen Wolf, Penny Dreadful, American Horror Story e The Walking Dead. Tenta ser bem fiel a  HQ, até colocando um John Constantine inglês. Os efeitos especiais são muito bons e as atuações são muito boas também. Matt Ryan consegue fazer um detetive bonachão, como deve ser.

A série conta com um mistério que, provavelmente, seguirá por toda temporada. Quem é Zed? Do que ela está fugindo?
Tem outro personagem, Chad, que é muito legal, mas pouco aproveitado. Torço para que apareça mais vezes nos próximos episódios.

Apesar das boas qualidades, a  série tem alguns defeitos graves. Provavelmente para ter um maior público, a série tem uma classificação etária baixa, ou seja, há demônios e fantasmas, mas não há terror, nem sustos. Outro detalhe, é que Constantine é um fumante inveterado na HQ, o que acontece e não acontece na série. Ele aparece com isqueiros e cigarros, mas nunca fumando. O detetive, apesar de bem interpretado, derrama clichês.

Essa falta de cenas impactantes e sombrias me causou uma grande decepção, mas a série, ainda assim, é muito competente e entretém o público a que se destina.
A série me prendeu, e te prenderá também, ao aceitar a adaptação.

OS DRAGÕES DE FOGO ACOMPANHARÁ CONSTANTINE!

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